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A história do atabaque na umbanda.

12/09/2011 20:19
Em nossas giras de Umbanda, é muito comum se ter presente o atabaque, um instrumento lendário e de origem afro. Esse instrumento dá ritmo e axé aos cultos, possibilitando uma melhor incorporação e dando maior energia aos trabalhos.

O atabaque é um instrumento Sagrado, Consagrado e Firmado por Orixás e  Guias e tem uma força pode rosa, que em uma gira faz toda a di ferença. Para aprendermos um pouco mais sobre o atabaque e seus funda mentos trago algumas informações interessantes sobre o mesmo, relacio nado aos cultos afro religiosos, dentre eles, Umbanda e Candomblé.

Segundo a Wikipédia:


“O Atabaque de Origem Africana, hoje muito utili zado nos cultos aos orixás, de  reli giõ es também de origem afro, “E na verdade o caminho e a ligação en tre o homem e seus orixás, os to ques são o código de acesso e a chave para o mundo espiritual “.
(
Romário Itararé há 35 anos toca atabaques e instrumentos de percussão)

atabaque1

Há três tipos de atabaque:  Rum, Rumpi e o Lê.
O Rum é o atabaque maior, o Rumpi seria o segundo ataba que maior, tendo como importância responder ao atabaque Rum, e o seria o terceiro atabaque onde fica o Ogã que está iniciando ou aprendiz que acompanha o Rumpi. O Rum também é usado para dobrar ou repicar o toque para que não fique um toque repetitivo. Importante saber que cada atabaque tem suas obrigações a serem feitas, pois o atabaque praticamente repre senta um Orixá.

Existem vários tipos de toques, Angola que se toca com mão e Ketu que se toca com a varinha. Na Angola existem vários tipos de toques, onde cada toque é destinado a um Orixá, por exemplo, Congo de Ouro, Angolão que seria desti nado a Oxossi, Ygexá que seria destinado a Oxum, etc. O mesmo acontece com Ketu, que se toca com varinha de goiabeira ou bambu, chamada aguidani.O couro também mere ce cuidados, como passar dendê e deixar no sol para que ele, o couro, fique mais esticado e possa produzir um som melhor.

Um Ogã seria como um Tatá da Casa e na maioria das vezes seu conhecimento é quase superior a um Zelador de Santo. Para ser um Ogã não basta saber tocar, e sim, saber o fundamento da Casa, sali entando que saber o canto na hora certa, é de gran de importância para um Terrei ro.

Existem também outros tipos de componentes que se usam junto com os ataba ques, como por exemplo, o agogô, chocalho, triângulo, pandeiro, etc. Existe também o Abatá, que seria um tambor, com os dois lados com couro, que se usa muito no Rio Grande do Sul e na nação Tambor de Mina.

Os tambores começaram a apa recer nas escavações arqueológicas do período neolítico.

O tambor mais antigo foi en contrado em uma escavação de 6.000 anos A.C. Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de árvore oco. Es tes troncos eram cobertos nas bor das com peles de alguns répteis, e eram percutidos com as mãos, depois foram usadas peles mais resistentes e apareceram as primeiras baquetas. O tambor com duas peles veio mais tarde, assim como a variedade de tamanho.

De origem africana, o atabaque é usado em quase todos os rituais afro-brasileiros, típico do Candomblé e da Umbanda e de outros estilos relacio nados e influenciados pela tradição africana. De uso tradicional na música ritual e religiosa são empregados para evocar os Orixás.